Um dia de inferno.. um dia de céu... quem sou eu?
as ideias pulsam no meu frontal.. cegam a visão... que devo eu fazer?
sonhos perdidos, nao me lembro das minhas noites, nao me lembro do que pensei a dias, meses,... horas atras...
Que acontece na minha mente freia qu enao me deixa esquentar? até parece que parei no tempo das fabulas perdidas, gostaria de saber o que se esconde na proxima esquina mas sinceramente.. sei que essa rua nao tem saida.. talvez o ultimo poste? ou quem sabe ela se transforme em antipó... chao batido... barro ceco... trilha... na verdade o mundo da voltas e nunca sai de seu logar, estamos presos condenados a girar e girar em torno de nos mesmos, ciclo assassino de almas qu querem fugir, sentir a vida nas suas maos.
A muito tempo nao sinto meus pes.. tao descuidados que nem ouso expor, mas as vezes percebo que ele é o que mais remete meu estado interior.. abandonado, doente as vezes até sujo, mas ainda escravo de um corpo que o obriga levar aonde nao quer, o obriga a correr quando se quer fugir.. meus pes estao presos no horizionte, como na beira do mar onde a agua suave dá a sensaçao de acolher, quase um beijo repousante, mas quanto mais ela, a agua, dança em seus pés, mais os afunda na areia fria e grosseira.. sepuntando enfim suas vontades, assim sou eu, apenas os pés de tudo que que realmente sou, pois as escolhas erradas que fiz transformaram me no que pareço ser...a agua que deixo me seduzir.... meu ego.
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